Quando olhei para trás, Jas e os
outros já não estavam mais ali. Apenas eu e Justin. E muito que conversar.
Cap. 34
POV Justin
No momento em que a vi, minha vontade
era de sair correndo e a abraçar forte. Mas não fiz isso. Apenas me aproximei
para que pudesse a ver melhor, e acabei ouvindo sua conversa com Jas e os
outros.
-... Alias, senti falta de todos vocês.
– Carol falava sorrindo.
Ela ainda não havia visto que eu estava
ali, então decidi entrar na conversa.
- A minha também? – perguntei.
Ela se virou e me encarou, ainda sem
responder a minha pergunta. Todos saíram sem chamar sua atenção, nos deixando
sozinhos.
- Oi pra você também, mal educado. –
ela me olhou séria.
- Ah, oi. – falei sem graça. Não era um
bom jeito para começar uma conversa.
- To brincando com você seu bobo. – ela
falou, de repente, rindo. Ri também.
- Você não respondeu a minha
pergunta... Sentiu minha falta também?
- Você sabe a resposta. - Suspirou. – É
claro que eu senti sua falta.
- Eu também senti sua falta, mais do
que você imagina. - Ela mordeu os lábios, mexeu no cabelo e depois sorriu.
Sempre fazia isso quando estava nervosa. – Acho que nós precisamos conversar...
Ela assentiu, e quando ia falar algo,
minha mãe me chamou na garagem.
- Vai lá, a gente conversa depois. –
Falou.
Me aproximei e lhe dei um beijo no
rosto. Nossos corpos se estremeceram ao toque, e eu tive que resistir ao máximo
para não beijá-la ali mesmo. Ela se afastou de mim.
Andei até a garagem e encontrei minha
mãe colocando nossas malas no carro.
- Carol já chegou de Nova Iorque? –
perguntou
- Sim. Acabei de encontrar com ela.
- E ai?
- E ai o que mãe?
- Vocês conversaram Justin?
- Não muito. – ela ficou com uma
expressão confusa – Só o básico. “Oi, tudo bem?” Mas ela falou que sentiu minha
falta. Isso é bom, não é?
Minha mãe veio andando até mim e passou
a mão em meu rosto.
- Claro que sim, Justin. Ela vai voltar
pra você filho. Confia em mim.
Abracei-a levantando do chão, e ela
beijou minha testa. Mamãe era baixinha, assim como a Carol. Eu achava isso
fofo. Coloquei-a no chão e ela sorriu. .
- Tá bom Justin, agora termine de
colocar essas malas no carro que eu vou chamar a Carol e a mãe dela. Temos uma
longa viajem até o sitio do seu avô.
Assenti, e peguei as malas que estavam
no chão e coloquei no porta malas.
[...]
Demoramos um pouco, mas finalmente
chegamos. Depois de cumprimentar meus avós, desci todas as malas do carro e
ajudei meu avô a coloca-las nos quartos certos. Carol e sua mãe ficaram em
um dos quartos de hóspedes. Eu fiquei no quarto que era meu desde que nasci.
Nada na decoração havia mudado as paredes ainda tinham aquela conhecida cor
azul com o símbolo do 'Toronto Maple Leafs'. Coloquei minhas malas no chão do
quarto e peguei no bolso de uma delas uma minúscula caixinha, onde estava o
presente que havia comprado para a Carol.
Desci as escadas e pela janela da sala
vi ela do lado de fora da casa, sentada em um banco ao lado da fogueira. Sai da
casa, caminhei até ela e me sentei ao seu lado. Já estava escurecendo, era
possível ver as estrelas no céu e ela estava as observando.
- É lindo, não é? - Carol disse, se
referindo as estrelas.
- Com certeza. Só não são mais lindas
do que o brilho dos seus olhos. - respondi.
Ela sorriu e abaixou a cabeça.
- Justin, eu...
- Espera! - a interrompi - Eu quero de
dar uma coisa, um presente. Não quero esperar até mais tarde.
Coloquei a pequena caixinha em suas
mãos.
Ela abriu e de lá pegou um colar cujo
pingente tinha uma pedrinha azul, no mesmo tom dos seus olhos. Ela sorriu.
- É lindo Justin. Obrigada. - Ela
deixou a caixinha de lado e me entregou o colar. - Me ajuda a colocar?
- Claro.
Nos levantamos e ela se virou para que
eu pudesse colocar o colar em seu pescoço. Quando se virou novamente nossos
rostos estavam colados um no outro.
Ela tentou se afastar, mas eu segurei
seu corpo junto ao meu e a beijei. Ah, como eu sentira falta disso... Falta do
seu beijo, do seu gosto, do seu perfume, do seu sorriso, do seu abraço,
falta dela. Pode parecer meio clichê, mas eu amo essa garota mais
do que tudo nesse mundo. E eu sinto que ela me ama da mesma forma. Porque se
não me amasse, não estaria me beijando desta forma.
Paramos o beijo por falta de ar.
Coloquei minha testa na dela, e, com a respiração ofegante, sussurrei:
- Volta pra mim?
- Volta pra mim?
Ela se afastou um pouco e olhou nos
meus olhos.
- Sempre fui sua. - sussurrou de volta.
Depois sorriu, e voltou a selar nossos
lábios sob a luz do luar.
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AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI O FINAL, ficou super clichê, mas também ficou super lindo né oakpsokaopska awn <3 Eu ia fazer essa capitulo um pouco maior mas decidi dividir se não eu ia demorar anos pra postar '-' E então, o que acharam? Comentem ai gatinhas.
Ah, fiz um novo fc, me sigam lá no @heartgmz que eu sigo de volta se avisarem. Beijos meninas, amo vocês *-*
