Recadinho



Olá meninas
Primeiro de tudo, eu quero pedir desculpas por estar a duas semanas sem postar. Emfim, o que acontece é que, eu escrevi e digitei o capitulo 33, mas ele ficou muuuuuuuuito pequeno, então eu decidi fazer um capitulo big e juntar o capitulo 33 com o 34. Bom, então eu posto na quinta ou na sexta esse capitulo big, e aviso no twitter pra vocês ok? Ah, e lembram da fanfic Fall, que eu tinha postado a sinopse quando eu ainda postava no outro blog? Eu comecei a escreve-la. Eu tinha dito que ia começar a postar ela quando eu chegasse no capitulo 30 de All I Want Is You, mas dai eu e a Jéssica começamos a escrever My Love Is Like A Star, então decidi que ia começar a postar ela só depois que terminasse All I Want Is You. E eu quero saber se vocês ainda vão querer ler ela! Comentem ai meninas, quinta tem o próximo capitulo da imagine belieber, então até quinta, beeeeeeeeeeeeeijos <3

Gotta Be You - Capitulo 26.

Era domingo. Dormi até um pouco mais tarde. Me levantei e fui tomar café. Meu pai estava sentado perto da mesa, tomando seu café e lendo seu jornal.
- Bom dia pai - beijei seu rosto.
- Bom dia filha - ele disse estranho.
Peguei algo pra comer e me sentei junto a mesa.
- Aconteceu alguma coisa? - perguntei.
- Olívia não venho dormir em casa ontem - meu pai pronunciou tristonho.
- Ela está fazendo isso há muito tempo - queria mesmo que meu pai soubesse de tudo que ela andava fazendo. Não tinha nenhuma prova de que ela estava traindo meu pai, ou coisa do tipo, mas sumir do nada não era normal.
- Anne, você está sabendo de alguma coisa? - meu pai me fitou.
- Não, só sei que ela não para mais em casa - peguei meu suco e fui pra sala. Estava cansada daquele assunto.
Me sentei no sofá e assisti um pouco de televisão. Até Harry chegar ia demorar um pouco. Decidi então, eu mesma preparar o jantar.
Fui até o mercado mais perto e comprei ingredientes para fazer uma lasanha. E também alguns aperitivos, nada que fosse muito sofisticado.
Voltei para casa, e quem estava deitado em meu sofá? Sim, Harry.
- O que você tá fazendo aqui? - perguntei.
- Nossa, não posso mais vir na casa da minha namorada? - Harry se levantou.
- Pode, mas .. - Harry não deixou eu terminar.
- Mas? - ele se aproximou.
- Eu ia preparar o jantar pra você, queria que fosse surpresa - sorri de lado.
Harry me abraçou pela cintura.
- Não tem problema, eu te ajudo vida - ele sorriu.
- Ta bom anjo - retribui o sorriso.
Harry pegou as sacolas que estavam em minhas mãos e fomos pra cozinha.
- Meu pai já te viu? - perguntei, colocando os ingredientes em cima da pia.
- Não, acho que ele não está aqui, sua vó que abriu a porta e me disse que você tinha ido no mercado - ele sorriu.
- Ata anjo, vamos começar- coloquei as mãos na cintura.
- Não - olhei pra trás, Harry  piscou - Quero um beijo primeiro.
Suas covinhas apareceram. Bobo, sempre me fazia ceder.
Ele envolveu suas mãos por volta da minha cintura e me puxou com todo força possível. Minhas mãos foram para seu rosto. Ele mordeu levemente meus lábios e me beijou em seguida. Ele me empurrou contra a pia e me deu um selinho, cessando o beijo.
- Agora pode, chefe - ele riu.
Fui até a geladeira e peguei outros ingredientes para preparar o molho. Harry estava parado, me olhando.
- Vai ficar ai olhando? - falei, colocando as coisas em cima da pia.
- Eu não sei o que tenho que fazer boba - Harry disse calmamente.
- Pega uma travessa ali em cima - apontei para o armário - Pega a massa da lasanha e vai colocando na travessa, em seguida coloque o queijo e o presunto e eu completo com o molho, prontinho.
- Você podia trabalhar naqueles programas de culinária - ele falou rindo.
Sorri pra ele enquanto mexia os ingredientes. Ele então, pegou as coisas que eu tinha falado e começou a me ajudar. As veze ele me jogava um pouco de molho, que por fim me deixou toda suja.
- Tá parecendo um tomate - ele riu da minha cara.
- Cala a boa Haroldo - joguei mais molho na cara dele.
Ele me puxou pela cintura e começou a me morder.
- Para chato, tenho que colocar a lasanha no forno - empurrei ele, peguei a travessa e coloquei no forno. Marquei os minutos e deixei ali.
Sai da cozinha, Harry me seguiu.
- Aonde vai? - ele perguntou.
- Tomar banho - pisquei pra ele.
Ele me olhou malicioso. Subi as escadas e ele foi comigo. Entrei em meu quarto, Harry me puxou para ele e me beijou com vontade. Logo em seguida, me colocou em seu colo, e me segurou com força pressionando minhas pernas por volta de seu corpo, e me levou para o banheiro do quarto. Entramos ali. Harry me colocou na pequena banheira que tinha e deitou por cima de mim. Liguei a água, que agora estava preenchendo nossos corpos. Harry tirou minha blusa e aproveitou para tirar a sua também. Tudo estava perfeito, aquele era o momento mais erótico da minha vida. Ri dos meus próprios pensamentos. Harry beijava meu pescoço, e descia seus lábios suavemente pelo meu corpo.
- Filha, você está ai? - ouvi meu pai abrir a porta do quarto.
Meu coração parou. Harry parou de me beijar, se afastou e ficou me fitando. Olhei pra ele, e pude ouvir ele sussurrar "responde alguma coisa".
- Tô tomando banho pai - gritei.
- Ata, posso tirar a lasanha do forno? - ele retribuiu o grito.
- Pode - gritei novamente.
Meu pai fechou a porta, e ouvi seus passos ecoarem pelo corredor.
Harry me olhou e voltou a me beijar. Empurrei ele.
- Harry não - falei.
- Mas ... - ele tentou falar.
- Se meu pai aparecer de novo, eu to ferrada, vai se troca - ele olhava pra mim indignado.
- Mas eu to molhado, e sujo de molho - ele cruzou os braços.
Joguei aguá na cara dele.
- Pronto, tá limpo - comecei a rir.
Ele pegou uma toalha e disse:
- Se vai ver bobinha - e saiu do banheiro.
Terminei o banho o mais rápido possível. Coloquei uma calcinha e um sutiã. E sai do banheiro. Harry estava sentado na beira da minha cama. Parei, e fiquei olhando. Ele me encarou.
- Vem cá, gordinha.
- Gordinha? - cruzei os braços.
- É, minha gorda.
- Hm, sei.
- Vem amor.
- Olha que eu vou em - mexi no cabelo.
- Mesmo?
- Mesmo.
Ele sorriu e me chamou com a mão.
- E se eu for?
- Eu te beijo.
- Só beija?
- De início sim.
- E por fim?
- Nada.
- Nada?
- É, porque não vai ter fim.
Corri para abraça-lo. Ele colocou suas mãos por volta de minhas costas, e me abraçou o mais forte possível. Ali eu me sentia segura, ali era o meu lugar, e se fosse por mim, não saia por mais nada.
Ele acariciou meu rosto, e mandou eu ir me trocar. Coloquei uma roupa bem bonita, e descemos.
O jantar tinha sido normal e bem divertido. Há não ser o fato de Harry ter que contar ao meu pai que iria embora no próximo dia. Meu pai tinha achado uma ideia ótima, dele ir realizar seus sonhos. Mas notou também que minha cara não era a das melhores, e decidiu parar de falar um pouco no assunto.
Por fim, Harry foi embora pra casa, pois ainda teria que arrumar tudo para a viagem.
O dia tinha chegado, Harry iria embora mesmo e eu ainda não tinha me conformado em ficar longe dele.







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Olá meninas, como vocês estão?
Quero pedir desculpas novamente. Desculpa mesmo por não ter postado quinta passada, eu estou tentando cumprir a promessa mas tá difícil. Só queria dizer que o próximo capitulo, eu vou demorar mais um pouco pra postar, pois ele vai embora e tudo mais. Obrigada pela atenção de vocês, COMENTEM PLEASE, e leiam a FANFIC DE DIALL E JELENA PLEAAASE, beijuuuuuuuuus @onedems (:

All I Want Is You - Cap. 32


Cap. 32
[...]
Com o tempo, eu e Demi nos aproximamos, já éramos quase melhores amigas, fazíamos tudo juntas. E quando eu digo tudo, é tudo mesmo! Mas é claro que eu não me esqueci dos meus antigos amigos. Eu tentava manter contato com a Caitlin, Chaz, Ryan, e principalmente com a Jasmine, que eu tinha me aproximado mais do que qualquer um no meu curto tempo em Stratford. Mas ao contrário deles, eu e Justin estávamos muito distantes um do outro. Por causa das gravações, e muitos compromissos, como a divulgação da série, eu estava muito ocupada, e acabava não tendo tempo para ele quando ele tinha tempo para mim. E quando eu podia falar com ele, ele nunca estava disponível. Concluindo, nunca falávamos um com o outro. Eu sentia muita saudade dele, de todas as coisas boas que aconteceram com a gente, desde o início, quando o conheci, quando me apaixonei, nosso primeiro beijo, o pedido de namoro, nossa primeira apresentação juntos, como nossa vida mudou depois da proposta de um cara desconhecido que não parava de ligar para nossas mães, todas as surpresas que ele já havia feito para mim, eu sendo a primeira One Less Lonely Girl. Tudo isso estava nas lembranças. E naquele momento, tudo o que eu queria era um abraço dele, saber se estava tudo bem, se ele precisava de mim ao seu lado. Como já fazia dias que eu não ouvia sua voz, decidi ligar para ele. Tentei uma, duas, três vezes... E nada. Ele não atendia ao telefone. Talvez estivesse ocupado demais para atender a própria namorada que morava em outra cidade e que ele não via há meses. Mas tudo bem, se ele não fazia questão de falar comigo, eu também não iria correr atrás. Cansei de ser idiota. Um pouco mais tarde, quando eu finalmente decidi que não iria mesmo ligar para ele, meu celular tocou. Estava deitada em minha cama. Acendi a luz do abajur e peguei o iPhone em cima do criado mudo. Era ele.
- Nossa, decidiu falar comigo.  – falei quando atendi.
- Oi pra você também.
Respirei fundo. Eu não queria brigar com ele, mas precisava de uma explicação para ele não estar atendendo as minhas ligações.
- Porque não me atende quando eu te ligo? – perguntei.
- Eu já te expliquei anjo...
- Ah, sim. – o interrompi - “Não posso atender ao telefone porque estou muito ocupado.” – falei, imitando sua voz. Se não estivéssemos prestes a brigar, aquilo teria sido engraçado. – Eu não entendo Justin. Você nunca atende. Nunca mesmo. Quando atende, temos que falar rápido porque você tem que desligar, e quando não atende, nunca retorna minhas ligações. Não responde meus sms. Às vezes eu chego a pensar que é melhor a gente terminar tudo isso de uma vez a ficar distante um do outro como nós estamos agora.
- Terminar?! Tá louca?! Não é pra tanto né Caroline, para de drama.
Nesse ponto da conversa eu já estava chorando. Um bilhão de emoções vieram à tona, saudade, desejo, raiva, tudo de uma vez. E pra completar ele ainda diz que eu estava fazendo drama.
- Não é drama Justin. Eu estou fazendo de tudo pra isso dar certo. Eu corro atrás de você, mas você parece não se importar com isso. Eu já fui pra Atlanta te ver quantas vezes Justin? Várias. E você, veio até Nova Iorque pra me ver? Nunca. Assim não dá, eu sou a única a se dedicar a esse namoro. Aposto até que você nem lembrou que dia é hoje.
- Eu sei que dia é hoje, oito de dezembro.
- Você esqueceu Justin... – falei em meio aos soluços.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, e depois como se uma luz surgisse, ele se lembrou de que no dia oito de dezembro nós íamos completar nove meses de namoro. Isso mesmo, íamos.
- Desculpa. – ele falou.
Sua voz estava falhando. Talvez ele estivesse chorando também do outro lado da linha. A imagem dele chorando em minha mente era insuportável. E eu não queria fazer ele se sentir daquele jeito. Por mim, eu voltaria atrás, pediria que esquecesse tudo o que eu disse, e que me perdoasse por fazer ele se sentir daquela maneira. Só que, mais uma vez, eu estava pensando mais nos outros do que em mim. Por mais que fosse ele, o Justin, eu tinha que pensar no quanto eu estava sofrendo com aquilo também.
- Justin, eu amo você mais que tudo. Mas acho que nós chegamos ao nosso limite aqui, bom, pelo menos eu. Eu não aguento mais tudo isso, ficar longe de você é horrível. Então, eu acho que o melhor que nós temos a fazer é terminar tudo entre nós.
- Princesa, não faz isso, por favor. Eu errei, e peço desculpas. Mas, se viver longe de você já e difícil, imagina viver sabendo que você não é mais minha... Eu te amo Caroline.
- Eu sei Justin, mas se nós continuarmos com isso, nós só vamos nos machucar mais ainda.
- Por favor, não... - ele sussurrou.
- Tchau Justin.
Desliguei a chamada, joguei o celular em cima da cama e me deitei na mesma. Comecei a chorar. Imagens dele vinham em minha cabeça me deixando mais triste ainda. Triste por fazê-lo sofrer, por sofrer por causa dele, por ele não ser mais meu, porque tudo mudou e eu não pude fazer nada, a não ser tentar aceitar o fato de que talvez o “nós” entre eu e Justin nunca mais poderá existir.
Tirei a aliança que estava em minha mão direita e, depois de um tempo a observando, guardei ela dentro da minha caixa de joias onde ficaria eu acho, por um bom tempo. Mas tinha que admitir, eu tinha esperança de que ia usá-la novamente algum dia.

POV Justin
Eu não acreditava no que estava acontecendo comigo. Nós brigamos por um motivo tão besta, e um segundo depois, ela não era mais minha. Ela simplesmente terminou comigo. Meu mundo estava desmoronando com aquelas ultimas palavras dela. Na verdade, meu mundo era ela, e continua sendo ela. Eu não sei viver sem ela, sem a minha pequena. É totalmente impossível existir um eu sem a minha princesa.
Tudo bem, eu confesso, eu não fui o namorado perfeito nos últimos meses, mas esperava que ela compreendesse. Não Justin, seu burro! Você tinha que ter dado valor a sua garota enquanto ela ainda estava em seus braços. Então já era tarde demais... Ou não, eu não iria desistir dela assim tão fácil.
Liguei para ela várias vezes, mas ela não atendia. Ok, eu daria um jeito. Mandei um sms para ela.
“Meu anjo, minha princesa, meu amor... Eu só quero te pedir desculpas, se eu te fiz sofrer, se te fiz derramar uma lágrima por causa das minhas atitudes, apenas me perdoa? E também quero dizer que eu não vou desistir de você. Eu vou lutar por você até o fim. Porque eu te amo demais. Mais do que a mim mesmo, mais do que a minha própria vida.”

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ooooooooooooooooooi meus amores, tudo bem com vocês? bomm, não tenho quase nada pra dizer hoje, geralmente meus recadinhos no final do post ficam enormes lol çaslãçdlç~dla porém, hoje não vou fazer vocês lerem um mega texto aqui... ou vou, não sei u.u então né, a jéssica tinha ficado de postar my love is like a star hoje a tarde, mas ela não postou --' então, quem ai tá lendo a nova fic? tão gostando? querem que eu avise vocês quando postarmos? se quiserem deixem o twitter ai nos comentários, E COMENTEM EM MY LOVE IS LIKE A STAR por favorzinho, precisamos saber se a fic tá legal :c êee por final, esse capitulo deu o maior trabalho pra escrever, porque eu sinceramente não fazia ideia de como fazer a Carol terminar com o Justin, por isso eu demorei pra postar. Mereço comentários? Acho que sim né. Até mais bebêsss, beijus com swaggy @getbiebs <3333

Recadinho

Oi meus amores. Quero pedir desculpas, mas eu não vou poder postar esse fim de semana. Porque? Tenho muita coisa para fazer, vou estar super ocupada, e acho que não vou nem ligar o computador. Se eu entrar no twitter vai ser pelo mobile... SE eu entrar né. Emfim, mil desculpas meninas, e até semana que vem. Beijos, @getbiebs <3

Gotta Be You - Capitulo 25.

Acordei. Harry estava com as mãos por cima de minha cintura. Olhei para cima e fiquei pensando. Incrível como aquilo tinha acontecido. Apesar de eu ficar um pouco nervosa e com um pouco de medo também,  tinha sido perfeito. Harry tinha sido o mais doce possível.  Virei meu corpo para observá-lo. Fiz carinho em seu rosto, mas não obtive nenhuma reação. Ele devia estar cansado, ri para mim mesma.
Fechei os olhos e fiquei ali por alguns minutos. Não estava afim de levantar, queria ficar ali com Harry, se fosse possível, pra sempre.
As mãos dele se mexeram em minha cintura. Abri os olhos e fiquei o fitando. Harry estava acordando aos poucos, abriu os olhos lentamente, parecia estar com sono ainda.
- Bom dia - falei sorrindo.
- Oi princesa - ele abriu os olhos definitivamente e sorriu.
Me puxou pra mais perto e me abraçou com firmeza. Ficar em seus braços era a melhor coisa do mundo. Seus braços fortes em volta de mim, era isso que eu precisava, dele ao meu lado, pra sempre. Então, ele fez carinho em minhas costas e beijou de leve meu ombro.
- Gostou de ontem? - ele me olhou diretamente com cara de malicioso.
- Sim, amei - ri.
- Foi a melhor? - ele perguntou.
- Sim, a primeira e a melhor de todas - falei rindo novamente.
- Eu sei, foi comigo, então foi a melhor - ele beijou a pontinha do meu nariz.
- Convencido - falei.
- Sou nada - ele retrucou.
Ri.
Ele ficou me olhando sem dizer nada.
- O que foi?  - fiz bico.
- Eu te amo - ele disse sincero.
- Eu te amo também, você sabe disso - fiz carinho em seu rosto.
- As vezes fico pensando, queria que fosse comigo pra essa viagem, não quero ficar sem você Anne - ele sorriu triste.
Engoli seco, estava a ponto de chorar. Não estava demonstrando a Harry, mas a cada dia que passava, meu coração ficava mais apertado, só de pensar que ele iria embora.
- Pra mim vai ser difícil bebê, mas você tem que ir e realizar seus sonhos. Eu vou estar aqui torcendo por você e te apoiando, sempre, ouviu? - sorri, meus olhos estavam quase transbordando.
- Obrigado princesa - Harry me abraçou forte.
Encostei a cabeça em seu ombro e as lágrimas cederam. Eu iria ter saudade de todos os dias sair pra ir á escola e ter ele ali me esperando.  Iria ter saudades dos seus abraços em volta do meu corpo, de como seus olhos brilhavam ao meu ver. Iria ter saudade apenas de o ter ao meu lado.
Harry percebeu que eu estava chorando, e segurou meu rosto.
- Anne minha princesa, não chora. Eu não consigo ver uma garota chorar - ele fez carinho em meu rosto, tentando limpar minhas lágrimas - Não fica assim bebê.
- Eu sei, mas você vai embora e parece que tudo vai desabar.
- Ei, eu vou voltar boba. Não fica assim, eu te amo - Harry me puxou pra mais perto e me abraçou forte. Parecia estar sofrendo tanto quanto eu.
Harry colou seu corpo ao meu e encostou seus lábios nos meus, e mordeu de leve. Dei risada, e ele sorriu.  E então me beijou na primeira oportunidade. Suas mãos foram para minhas costas, que arranhou um pouco. Movi minhas mãos para sua nuca e parei o beijo com selinhos.
- Vou trocar - ri.
Ia me levantar, mas Harry me puxou de volta.
- Só mais um beijo - ele fez bico.
Segurei o bico dele e lhe dei um selinho.
Tirei o cobertor e percebi que ainda estava "pelada".
- GOSTOSA - Harry gritou e assoviou.
- Harry menos - comecei a rir.
Peguei uma toalha que estava ali perto e me enrolei nela. Olhei para Harry, ele fez uma cara triste.
Ri e peguei minhas roupas que estavam espalhadas pelo quarto. Fui até o banheiro e as coloquei. Prendi meu cabelo e sai do banheiro.
Harry já tinha se vestido e arrumado a cama. Ele abriu a porta do quarto, segurou minha mão e então descemos as escadas.
A casa está uma bagunça. Todos já estavam tomando café.
- Bom dia casal - Lucy nos disse.
- Bom dia - respondemos juntos.
- Pegou fogo ontem em? - Liam disse.
- É, escutamos os barulhos - Ellen riu.
- É, muitos barulhos - Mary nos olhou maliciosa.
- O que aconteceu em Haroldo? - Zayn piscou.
- Hazza safadinho - Niall gritou da cozinha.
Todos caíram na gargalhada. Inclusive eu e Harry.
- Parem de interrogar os dois - Lucy falou.
Eu e Harry fomos tomar café e saímos da casa de Lucy. Harry ia me levar para tomar sorvete. Chegamos na sorveteria, pedi um sorvete de morango e Harry de creme.
- Amanhã vai jantar lá em casa, meu pai quer te ver - falei.
- Ah o sogrão, pode deixar, eu vou sim - ele riu.
Pegamos o sorvete. Tomei um pouco do meu. Harry passou o dedo sobre o dele e em seguida passou em meu nariz. Tive até um calafrio.
- Tá gelado poxa - fiz uma cara triste.
- Vem cá bebê - Harry puxou meu rosto e lambeu meu nariz. Comecei a rir.
Eu e Harry terminamos o sorvete, e Harry fez questão de me levar para casa. E prometeu ir jantar em minha casa no outro dia.



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Olá meninas! Primeiramente, queria pedir desculpas por não ter postado quinta passada. Eu nem tinha escrito o capitulo e não ia escrever na hora se não ia ficar uma bosta. E como eu prometi, só vou estar postando na quinta, provavelmente de noite. Hoje postei mais cedo por que não tive aula e a noite é o LIVE CHAT DA DEMI AAAAAAAAAH e eu tenho/preciso/necessito assistir. Então, um beijo pra vocês, me digam o que estão achando e comentem. E lembrando que eu mudei o user, agora é @onedems ! gostaram?  me digam também kkkkkkkkk, e leiam a fanfic de diall lovatics ! BEEEEEEEEEEEEEEIJUUUUUUUS 

All I Want Is You - Cap. 31 +BIG

[...] E também iria começar uma "mini turnê" para divulgar suas musicas. Era sobre isso que estávamos conversando aquele dia.

Cap. 31
- Então, você pode vir para Atlanta esse fim de semana? - ele perguntou. 
- Esse fim de semana, já?!
- É meu amor. Queria que você viesse pra se apresentar comigo, assim você já aproveitava e dava uma passadinha no estúdio pra gravar os seus vocais em Overboard, que tal? Você pode até dizer que vem a trabalho... - fiquei em silêncio - Vem por favor? - ele acrescentou com voz de bebê. Podia até imaginar ele fazendo aquele biquinho que eu não resistia.
- Ta bom, eu vou. Quem vai me buscar no aeroporto?
- Eu é claro. 
- Ok, então eu vou na sexta-feira a noite, assim nós podemos passar o fim de semana inteiro juntos.
- Hm, gostei... - ele falou em tom malicioso.
- Para, seu pervertido.
- Mas eu não fiz nada. - ele riu
- Ta bom, ta bom. - falei, rindo também. - vou desligar amor.
- Ok princesa, até sexta.
[...]
A semana passou rápido, logo já era sexta-feira. E eu finalmente ia ver o Justin, depois de quase dois meses longe dele. 
O vôo até Atlanta foi rápido, em pouco tempo eu já havia chegado no aeroporto. Peguei minha mala e sai da sala de desembarque. De longe, vi ele parado, de costas para mim. Fui andando até ele e abracei sua cintura. Ele se virou e me abraçou forte, como se nunca mais fosse soltar. Era tão bom sentir seu abraço, seu cheiro... ter ele por perto era simplesmente perfeito. Ele finalmente me soltou do abraço para levar uma de suas mãos ao meu rosto, onde segurou firme, e me beijou lentamente. Coloquei minhas mãos na sua nuca, e ele apertou minha cintura, aproximando mais nossos corpos. Paramos o beijo por falta de ar, não que eu quisesse deixar seus lábios. Por mim, eu o beijava pelo resto da eternidade, não me importava.
- Oi princesa. - ele sorriu 
- Oi bebê, tava morrendo de saudade. - fiz um biquinho, ele riu.
- Eu também amor. Vamos?
Assenti. 
Tivemos que ir acompanhados por um segurança até o carro, pois haviam muitos paparazzis lá fora. E Justin, mesmo assim, fez questão de abrir a porta do carro para mim. Como sempre, um cavalheiro. 
Ele me levou para jantar em um restaurante de Atlanta depois que saímos do aeroporto. A comida era ótima, mas a companhia era melhor ainda. Ficamos sentados em uma parte reservada do restaurante, onde só estávamos nós dois, então pudemos namorar um pouquinho. 
Fomos para o apartamento dele, onde ele estava morando. Ele ficava lá sozinho, mas de vez em quando Pattie ia lá para vê-lo. Dormi no quarto dele, na mesma cama, em seus braços. Como eu sentira falta daquilo, de simplesmente ter ele ao meu lado. 
Acordei na manhã de sábado com a luz do sol entrando pela janela. Procurei o Justin pela cama, mas ele já havia de levantado. 
Fiz minha higiene, e fui procurar por ele pelo apartamento, ainda de pijama. Encontrei ele na cozinha terminando de colocar a mesa do café para nós.
- Bom dia princesa. - ele falou quando percebeu a minha presença.
- Bom dia príncipe. - sorri.  
Ele se aproximou de mim e me deu um selinho. 
- Vem, vamos tomar café. - ele se virou e foi em direção a mesa.
- Hm, o que você preparou para a gente? - falei, abraçando sua cintura por trás e acariciando seu abdômen. 
- Panquecas... - ele respondeu com um tom risonho. 
Depositei alguns beijos em sua nuca, e fui fazendo uma trilha de beijos até seu ombro. Ele se virou e encaixou a mão em minha cintura. Meus braços foram automaticamente para a sua nuca, puxando-o para mim. Fiquei ali olhando para seu rosto, ele sorriu para mim ainda sem desviar o olhar, e foi chegando mais perto... Senti sua respiração em meu rosto e fechei os olhos, em seguida senti seus lábios nos meus. Iniciamos um beijo longo e calmo. Senti ele sorrir em meus lábios, e depois me dar vários selinhos. Sorri. Ele se afastou novamente, não muito, mas o bastante para olhar nos meus olhos e dizer:
- Eu te amo muito Carol. Você não tem ideia do quanto eu senti sua falta esses dois meses que nós passamos longe um do outro.

- Eu também senti muito a sua falta Justin. Não é a mesma coisa sem você do meu lado todos os dias. E, pode acreditar, eu te amo mais. 
- Não, eu que te amo mais. 
- Eu.
- Eu.
- Eu.
- Empate? - ele perguntou rindo.
- Pode ser. - beijei a pontinha do seu nariz.
Tomamos café, e fomos nos arrumar para ir ao estúdio. 
Iríamos gravar Overboard aquele dia, e pelo jeito, iríamos ficar lá a manhã e a tarde toda, pois Justin disse que não iríamos sair de lá até que a musica ficasse perfeita. Ele era muito perfeccionista e duro consigo mesmo quando se tratava dessas coisas. Enquanto não tivesse tudo perfeito, ele não desistia. Mas nessa eu tinha que concordar com ele, porque a música havia ficado realmente perfeita. 



Assim que saímos do estúdio fomos para o local onde seria o show que o Justin iria fazer naquela noite. E eu ia me apresentar com ele também. 
Justin fez uma pequena passagem de som, depois foi para o camarim dele, e eu para o meu. Me troquei, fiz uma maquiagem, arrumei o cabelo, depois fui para o backstage com o Justin novamente, pois ele já ia iniciar o show. Justin  estava usando uma roupa toda branca, e supras roxos. Os meus favoritos.
- Boa sorte amor. - falei, e lhe dei um selinho.
- Obrigada anjo. - sorriu.
Ele colocou seu microfone e foi em direção ao palco. Antes de entrar ele olhou para mim, respirou fundo, e entrou. 
A gritaria do outro lado era ensurdecedora. Depois da primeira musica, Justin trocou algumas palavras com a platéia, que gritava muito em resposta a ele. Então começou a cantar uma musica acústica, que percebi pela letra que era a mesma musica que ele cantou para mim quando me pediu em namoro. Sorri com a lembrança. 
Depois de mais algumas músicas e mais gritaria, ele saiu do palco para trocar o figurino. Era a minha hora de entrar no palco.
- Tudo pronto? - perguntei as pessoas da produção que estavam ali. 
- Sim, já pode entrar.
A musica começou e eu subi ao palco, todas as garotas que estavam na platéia sabiam a letra da musica e me acompanhavam. 

It feels like we've been out at sea. So back and forth that's how it seems. And when I wanna talk you say to me, that if it's meant to be it will be. So crazy is this thing we call love and now that we've got it we just can't give up. I'm reaching out for you, got me out here in the water and I...

Justin entrou no palco, dessa vez com uma roupa toda preta, supra e bonés vermelhos. E começou a cantar o refrão junto comigo. 

I'm overboard and I need your love to pull me up. I can't swim on my own... It's too much, feels like I'm drowning without your love. So throw yourself out to me my lifesaver...

Na parte dele da musica, ele foi para um lado do palco e eu do outro. Ainda assim ele cantava olhando para mim, de longe. Era como se não conseguíssemos tirar os olhos um do outro durante a canção. Cantar com ele era perfeito.


I never understood you when you'd say.  Wanted me to meet you halfway. Felt like I was doing my part, you kept thinking you were coming up short. It's funny how things change cause now I see. So crazy is this thing we call love and now that we've got it we just can't give up. I'm reaching out for you, got me out here in the water and I I'm overboard and I need your love to pull me up. I can't swim on my own... It's too much, feels like I'm drowning without your love. So throw yourself out to me my lifesaver...


Ele me puxou para perto e colou seu corpo no meu, quase me beijando. Na verdade, acho que só não me beijou porque tinhamos que continuar a musica.

It's supposed to be some give and take I know. But you're only taking and not giving anymore. So what do I do, cause I still love you and you're the only one who can save me... I'm overboard and I need your love to pull me up. I can't swim on my own... It's too much, feels like I'm drowning without your love. So throw yourself out to me my lifesaver...

No final da musica ele depositou um beijo em minha testa, e sorriu para a platéia que gritava muito. Era incrível aquela sensação. Me lembrei do que Demi havia me dito alguns meses antes: "a melhor parte em ser famosa é o amor dos fãs." Ela tinha razão. 

- Eu tenho uma surpresa para você. - Justin falou olhando para mim.
- Hm...quero saber o que é. 
Ele sorriu para mim e olhou para o DJ ali ao lado no palco. Então outra musica começou a tocar.

How many I told you's and start overs and shoulders have you cried on before. How many promises be honest girl. How many tears you let hit the floor. How many bags you packed, just to take 'em back tell me that. How many either ors but no more. If you let me inside of your world there'd be one less lonely girl. [...]

Os dançarinos trouxeram um banquinho, no qual eu me sentei e fiquei apenas observando Justin dançar e cantar para mim, com um sorriso no rosto. [...] Ele pegou um buquê de rosas vermelhas e me entregou, sorrindo ao mesmo tempo que cantava. Seus olhos brilhavam, e minha vontade era de chorar de felicidade naquele momento.  


I can fix up your broken heart. I can give you a brand new start. I can make you believe. Free to fall (she's free to fall), fall in love (with me). My hearts locked and nowhere to get the key. I'll take you and leave the world with one less lonely girl. 

Ao fim da musica ele me abraçou e deu outro beijo em minha testa. Dessa vez não consegui segurar, e algumas lágrimas rolaram por meu rosto. Acenei para as meninas que estavam na platéia e voltei com o Justin para o backstage.
- Gostou da surpresa? - ele perguntou. 
Baixei os olhos para o lindo buquê em minhas mãos, depois voltei a olhar em seus olhos.
- Eu adorei, amei... foi perfeito! - sorri. Ele sorriu de volta. 
- Que bom que gostou, minha One Less Lonely Girl. - ele beijou a pontinha do meu nariz - Tenho que voltar agora, para terminar o show para minhas Justineiras. 
Comecei a rir.
- O quê?!
- Ah, eu basicamente inventei um nome para as minhas fãs... - ele respondeu sem graça. 
- Hm... eu acho mais bonito "Beliebers". O que você acha desse? - sugeri sorrindo. 
Ele pensou um pouco depois seu rosto se iluminou.
- Perfeito... assim como você.
Me beijou e voltou para o palco. 
Fui em direção ao meu camarim para esperar o show acabar. 
Todas as vezes que me lembrava da surpresa do Justin, ou melhor, de todas as surpresas que Justin já havia feito para mim, eu me pegava sorrindo. 
Tirei o figurino e voltei a colocar a minha própria roupa. Algum tempo depois me encontrei com Justin nos corredores do backstage. Nos despedimos do pessoal e seguimos para o apartamento dele.
[...]
- Gostou mesmo da surpresa de hoje meu amor? - ele perguntou enquanto estávamos deitados na sua cama nos preparando para dormir.
Me virei para ficar de frente para ele.
- Claro né bebê, eu amei! - respondi.
- Sabe, eu contei para o Scooter sobre essa ideia da surpresa, a alguns dias atras e ele me disse para continuar com isso, e chamar uma fã para subir no palco. Assim eu iria cantar para elas, dar flores, faze-las se sentirem especiais... o que acha? 
- Perfeito! Vai ser uma ótima forma de elas ficarem mais  perto de você e de realizar o sonho delas. - sorri. Ele sorriu de volta e perguntou:
- Como você sabe que esse é o sonho delas?

- Eu tenho um ídolo também, esqueceu?!
- Hm, e posso saber quem é o seu ídolo?
- Taylor Lautner, você sabe, aquele gostoso da Saga Crepúsculo...
- Ah, sei quem é... aquele viadinho das suas revistas? - ele falou com um tom de ciúmes na voz. Dei um tapa nele. - O que foi que eu fiz?
- Ele não é viadinho ok? - respondi. Me virei para cima e fiquei observando o teto.
- Ah não Carol, você não vai ficar com raiva de mim por causa disso né? - não respondi. - Desculpa amor! - ele falou abraçando minha cintura e me puxando para mais perto. Deu vários beijos em meu pescoço. Sacanagem! Ele sabia que aquele era o meu ponto fraco. 
- Ta bom Justin, eu desculpo. Mas só se você prometer que nunca mais vai chamar ele de v... - ele não me deixou terminar, me calando com um beijo que eu até perdi o fôlego. 
- Tá, eu prometo. Mas agora vamos dormir? Estou cansado e... - ele falou bocejando, não conseguindo terminar a frase.
- Vamos amor, boa noite. 
- Boa noite princesa.
Fiquei fazendo carinho em seus cabelos castanhos até que ele adormeceu. Ali, junto dele, tudo parecia estar perfeito. Mas no outro dia, quando eu voltasse para Nova Iorque, tudo voltaria a ser como antes. A distância iria falar mais alto, não teríamos tempo de nos ver e nossa relação iria ser apenas por telefone ou webcam. Estar longe dele machucava, e muito. Eu desejava muito poder dormir dessa maneira com ele todos os dias, ter ele por perto, poder abraça-lo, assim como era antes de sairmos de Stratford, antes de deixarmos nossas vidas "normais" para trás. Eu me pergunto se essa foi a melhor escolha, ficar longe dele para seguir o meu sonho e ele seguir o sonho dele também... Como ele mesmo disse, essa seria apenas uma de todas as dificuldades que teríamos que passar para ficarmos juntos e sermos felizes no final. Mas essa vida é tão longa, e esse nosso amor é tão forte... então quero que ele tenha certeza de que nunca o deixarei ir. 

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Oi meninas! Tá ai um capitulo big para me desculpar pela minha demora :D Eai, gostaram desse capitulo? Ele não ficou do jeito que eu queria, algumas partes ficaram péssimas, mas as outras compensam as ruins não é mesmo? rs.  Gente, eu sei que as coisas não acontecem tão rápido assim, e que em quatro meses não daria tempo do Justin gravar o CD > lançar o CD > ficar famoso > ter fãs > iniciar uma turnê, mas se eu for ficar escrevendo tudo em detalhes nós só vamos acabar essa imagine belieber quando o Justin for normal u.u kk então, viram que eu e a Jéssica postamos a sinopse e o primeiro capitulo de My Love Is Like A Star (a fanfic de jelena e diall)? Se não corram lá para ler e se já leram comentem com o que acharam e se devemos continuar a postar ou não :D Vou tentar postar o próximo capitulo ainda esse fim de semana, até segunda eu acho que eu posto! Então até mais mesninas e comentem ai o que acharam! Beijos, @getbiebs :)